2. Capacitação sobre teste do pezinho um unidade básica de saúde

um relato de experiência

Autores

  • Victória Dutra BORBA Cesuca- Faculdade Inedi
  • Gisele Cristina TERTULIANO Cesuca- Faculdade Inedi
  • Juliana Santos da ROSA Cesuca- Faculdade Inedi
  • Thainá dos SANTOS Cesuca- Faculdade Inedi

DOI:

https://doi.org/10.26843/rcec.v0iespecial.1786

Resumo

Introdução: O Programa Nacional de Triagem Neonatal, conhecido como Teste do Pezinho, foi criado em 2001 e consiste em um conjunto de ações preventivas de diagnóstico precoce. É responsável por identificar indivíduos com doenças metabólicas, genéticas, enzimáticas e endocrinológicas, para que estes possam ser tratados em tempo oportuno, evitando as sequelas e até mesmo a morte. O Programa é articulado com a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança e está implantado em todos os estados brasileiros, sendo coordenado pelas Secretarias de Estado da Saúde e operacionalizado pelas Secretarias Municipais de Saúde. Objetivo: Relatar a experiência discente de enfermagem no desenvolvimento de uma atividade de capacitação para a equipe de enfermagem em uma Unidade Básica de Saúde da região metropolitana de Porto Alegre sobre o teste do pezinho. Método: Relato de experiência a partir de Estágio Curricular I realizado em uma Unidade Básica de Saúde da região metropolitana de Porto Alegre.  A capacitação ocorreu dia 29/11/2019, na própria unidade, de forma a facilitar a participação da equipe e oportunizar a troca de conhecimentos. Inicialmente foi realizada uma explanação com recursos gráficos de PowerPoint, com posterior discussão acerca dos seguintes temas: doenças diagnosticadas através do teste, responsabilidades do posto de coleta, procedimento de coleta da amostra para teste do pezinho, armazenamento da amostra, registro de reconvocação e entrega de resultados. Resultados e discussão: A equipe de enfermagem mostrou-se receptiva à capacitação e interessada na temática. Apesar da unidade apresentar casos com necessidade de recoleta do teste, a equipe demonstrou conhecimento acerca do assunto e segurança na realização do procedimento. Foram sanadas as dúvidas que os profissionais apresentavam e houve uma boa interlocução, com troca efetiva de saberes. Ao final, quando questionados, todos os participantes deram feedback positivo, alegando que a capacitação foi de grande valia e agregou conhecimento. Conclusão: Através desta atividade, foi possível observar a importância da educação permanente na atenção básica, pois nem sempre procedimentos cotidianos são realizados de forma padronizada. A qualificação dos processos de trabalho faz-se fundamental ao considerar a relevância da continuidade nas estratégias para prevenção de vários agravos na infância e para redução da morbimortalidade infantil.

Publicado

2020-06-24