SEGURANÇA DO PACIENTE E SALA DE VACINAS

Autores

  • Gisele Cristina TERTULIANO CESUCA
  • Virgínia Petrini MASZLOCK UFRGS

Resumo

RESUMO: O presente estudo proporciona uma reflexão sobre as práticas seguras para a administração de vacinas, viabilizando transformações no processo de trabalho. OBJETIVO: estabelecer medidas de Segurança do Paciente na Sala de Vacinas. METODOLOGIA: revisão integrativa desenvolvida a partir da busca de artigos científicos nas bases de dados LILACS e SciELO em 26 de setembro de 2015, encontrando-se 90 e 32 resultados, respectivamente. Para tanto, se utilizou como descritores de busca: segurança do paciente, vacinação e saúde pública. Comparou- se o roteiro elaborado para segurança do paciente em sala de vacinas com os resultados da revisão. RESULTADOS: O roteiro contempla medidas para a segurança do paciente para os principais problemas encontrados na sala de vacinas.  CONCLUSÃO: Este estudo evidenciou a necessidade de desenvolver pesquisas que visem o aprimoramento das diretrizes em segurança do paciente para o exercício da vacinação. Além disso, demonstra a importância da educação permanente em sala de vacinação para que os profissionais vacinadores estejam aptos a intervir de forma segura em todos os procedimentos relacionados à segurança do paciente em sala de vacinação.

Descritores: Segurança do paciente. Vacinação. Saúde Pública.

Biografia do Autor

Gisele Cristina TERTULIANO, CESUCA

Enfermeira. Mestre em Saúde Coletiva. Docente do Curso de Graduação em Enfermagem do INEDI/CESUCA. Vigilância Epidemiológica de Cachoeirinha/RS. Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil.

Virgínia Petrini MASZLOCK, UFRGS

Graduação em Farmácia e Bioquímica/UFRGS, 2009. Especialização em Saúde Pública/UNINTER, 2013.Coordenação da Assitência Farmacêutica em Cachoeirinha/RS, 2011 a 2013. Vigilância Sanitária Municipal de Cachoeirinha/RS, 2013 até o presente. Cursando mestrado em Assistência Farmacêutica, PPGASFAR/UFRGS.

Referências

Referências:
1Cassiane, SHB. A segurança do paciente e o paradoxo no uso de medicamentos. Revista Brasileira de Enfermagem. Rio de Janeiro, 23, n.6, 2005.
2Brito MFP, Gerin L, Couto ECA, Cunha IS, Corsini MCMM, Gonçalves MC. Caracterização das notificações de procedimentos inadequados na administração de imunobiológicos em Ribeirão Preto, São Paulo, 2007-2012. Epidemiol Serv Saúde, 2014; 23(1):33-44.
3Monteiro SAMG, Takano AO, Waldmann EA. Avaliação do sistema brasileiro de vigilância de eventos adversos pós-vacinação. Rev Bras Epidemiol 2011; 14(3): 361-71.
4Waldman EA, Luhm KR, Monteiro SAMG, Freitas FRM. Vigilância de eventos adversos pós-vacinação e segurança de programas de imunização. Revisão. Rev Saúde Pública 2011; 45(1):173-84.
5Conselho Regional de Enfermagem do Estado de São Paulo. Rede Brasileira de Enfermagem e Segurança do Paciente-Polo São Paulo. 10 passos para a segurança do paciente. São Paulo, 2010. [Acessado em: 04 out 2015]. Disponível em: http://www.corensp.gov.br/sites/default/files/10_passos_seguranca_paciente_0.pdf.

6Fassarela CS, Santos CV, Rosa LS. A responsabilidade do profissional de enfermagem na aplicação da vacina BCG sob a ótica da segurança do paciente. [internet] Revista Rede de Cuidados em Saúde. 2012. [citado 2015 set 26]. Disponível em: http://publicacoes.unigranrio.br/index.php/rcs/article/viewFile/1904/902.
7Agência Nacional de Vigilância Sanitária (BR). Diretoria Colegiada. Resolução de Diretoria Colegiada. RDC nº55, de 16 de dezembro de 2010. Dispõe sobre o registro de produtos biológicos novos e produtos biológicos e dá outras providências. Diário Oficial da União [da] República Federativa do Brasil. 2010 dez13; 241 (110 seção 1): 10-13.
8Rosa MB, Perini E. Erros de medicação: quem foi? Rev Assoc Med Bras 2003; 49(3):335-41.
9Rodrigues IC, Paschoalatto AA, Bruniera ELL. Procedimentos inadequados em sala de vacinas: a realidade da região de São José do Rio Preto. BEPA 2012; 9(100):16-28.
10Oliveira VC, Gallardo MDPS, Cavalcante RB, Arcêncio RA, Pinto IC. Fragilidades da conservação de vacina nas Unidades de Atenção Primária à Saúde. Rev Bras Enferm. 2015; 68(2):291-6.
11Almeida MG, Araújo TME, Nunes BMVT, Moura MEB, Carvalho e Martins, MC. Conhecimento e prática de profissionais sobre conservação de vacinas. J Res Fundam Care 2014; 6(supl.):10-21.
12 Piacentini S, Contrera-Moreno L. Eventos adversos pós-vacinais no município de Campo Grande (MS, Brasil). Ciênc Saúde Coletiva 2011; 16 (2): 531-536.

Arquivos adicionais

Publicado

2016-01-14