Deficiência da vitamina D e sua modulação na doença periodontal

Autores

  • Juliana Rocho da Rocha DAMBROS Centro Universitário Cesuca
  • Marcelo Ekman RIBAS Centro Universitário Cesuca

Resumo

A vitamina D, como é conhecida popularmente, é um hormônio esteroide, sintetizado pelo contato dos raios UVB com a pele e se apresenta de duas formas, o D3 (colicalciferol) sua forma ativa que tem como molécula de origem o colesterol e pela forma D2 (ergocalciferol) que pode ser adquirida através de alguns alimentos, sendo esta a fonte mais restrita. Além de exercer uma função importante no metabolismo do cálcio, regular a homeostase do fósforo, atua também na formação e reabsorção óssea, apresentando propriedades anti inflamatórias, como é o caso da doença periodontal. Estudos que utilizaram o método de suplementação com vitamina D, obtiveram resultados significativos na manutenção da altura da crista óssea alveolar, apresentaram um aumento da densidade óssea e diminuição na perda de inserção. A deficiência ou insuficiência da vitamina D tem afetado um número alto na população entre crianças, adultos e idosos e tem sido considerado uma epidemia. Indivíduos que apresentam tal deficiência, pode -se observar níveis baixos de densidade óssea, doenças agudas, crônicas, cárie dentária infantil, doenças autoimune, câncer, distúrbios neurológicos, diabetes do tipo II e doenças inflamatórias que é o caso da periodontite, que agride os tecidos de suporte do elemento dentário, o periodonto. Este estudo, uma revisão de literatura, tem como objetivo mostrar a importância e consequências da vitamina D como coadjuvante no tratamento e prevenção da doença periodontal. 

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Publicado

2021-12-03