Relato de experiência

acolhimento com classificação de risco na aula prática de enfermagem na assistência ao paciente crítico

Autores

  • Lívia Stumpf da ROSA Centro Universitário Cesuca
  • Lucia Fabiane da Silva LUZ Centro Universitário Cesuca

Resumo

O Acolhimento com classificação de risco, proposto pelo Ministério da Saúde por meio da Política nacional de Humanização, representa uma das intervenções com potencial decisivo para reorganizar o atendimento dos serviços de urgência e prover a produção de saúde em rede. Instituído em 2011 o acolhimento com classificação de risco compõe a base de processo de fluxos assistenciais, norteado pela escuta qualificada, construção de vínculo, garantia de acesso com responsabilidade, resolutividade, bem como a priorização dos pacientes mais graves para atendimento. Quando o paciente procura o serviço de saúde é acolhido pelo enfermeiro que realiza a escuta qualificada, avalia e aplica o fluxograma norteador e classifica as necessidades de saúde daquele indivíduo conforme critérios de risco estabelecidos em protocolos.  Para garantir que essa responsabilidade seja desempenhada pelo enfermeiro o Conselho Federal de Enfermagem aprovou a Resolução n°423/2012. O presente estudo trata-se  de um estudo descritivo do tipo relato de caso realizado em um Hospital da região metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, no mês de setembro de 2021, com o finalidade de relatar a experiência de uma atividade da aula prática na assistência ao paciente critico de estudante de enfermagem no processo de acolhimento com classificação de risco, onde foi possível compreender o processo de trabalho do enfermeiro na unidade e desenvolver atividades de educação em saúde aos usuários quanto à dinâmica de atendimento do hospital e à prática do acolhimento com classificação de risco. O desenvolvimento da ação se realizou de forma sistemática e humanizada, com a finalidade de diminuir o tempo de espera e de atender as necessidades dos usuários. Entre as dificuldades encontradas estavam à estrutura física deficiente e a falta de recursos materiais. A vivência permitiu a estudante refletir sobre a prática do acolhimento com classificação de risco e entender o papel do enfermeiro como agente transformador, acolhedor e resolutivo nesse processo.

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Publicado

2021-12-03