Exercício físico

obesidade infantil e desenvolvimento motor

Autores

  • João Guilherme DIAS Centro Universitário Cesuca
  • Luciano do Amaral DORNELLES Centro Universitário Cesuca

Resumo

O exercício físico é fundamental na vida dos seres humanos e todas as pessoas devem tê-lo em seu cotidiano. Na vida das crianças isso não é diferente. A criança precisa vivenciar aspectos diversificados para que seu desenvolvimento seja saudável. Quanto maior o repertório que ela vivenciar, maiores serão os caminhos neurais produzidos e consequentemente ela terá mais capacidade de conseguir desenvolver uma leva maior de atividades, sejam elas simples como escrever em um caderno, ou complexas como fazer embaixadinhas com uma bola de futebol. O exercício físico potencializa a coordenação motora que é o processo do desenvolvimento motor revelado basicamente por alterações no comportamento motor ao longo do ciclo de vida, proporcionado pela interação entre as necessidades da tarefa, a biologia do indivíduo e as condições do ambiente, ou seja, é a capacidade que o corpo tem de desenvolver movimento. O exercício físico também contribui de forma muito forte para a prevenção de doenças crônicas como a obesidade infantil. A obesidade é um distúrbio metabólico caracterizado por um estado inflamatório crônico e acúmulo excessivo de gordura corporal, que apresenta um risco para a saúde e contribui para o desenvolvimento de outras patologias. O objetivo desse trabalho é trazer correlações sobre exercício físico, obesidade infantil e coordenação motora. Como metodologia cientifica utilizei a revisão de literatura, pesquisando no Google Acadêmico e Scielo com os seguintes descritores: Obesidade; Exercício físico e; Desenvolvimento motor. Um estudo analisou o tempo de tela que as crianças e adolescentes passam por dia assistindo à televisão, jogando videogame e usando computador, tablet ou celular. Foram coletados peso e altura e aplicado o instrumento denominado Atividades Sedentárias em Adolescentes (ASAQ) para aferir o tempo de tela em 223 escolares nascidos em 2009 participantes do estudo de Coorte. Observou-se prevalência de excesso de peso de 37,5%. O tempo médio de tela foi de 5,67 horas. Observou-se que alunos que permaneciam 5 ou mais horas defronte às telas apresentaram uma prevalência 13% maior de excesso de peso, independente do sexo.

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Publicado

2021-12-03