Relato de experiência da observação de um atendimento pós covid

condutas utilizadas pelos estudantes participantes do projeto de extensão reabilitação e telereabilitação pós alta da Covid-19

Autores

  • Gabriela Camejo de OLIVEIRA Centro Universitário Cesuca
  • Jeronimo Costa BRANCO Centro Universitário Cesuca

Resumo

Esse artigo tem por objetivo relatar a experiência do acompanhamento de apenas uma sessão, que ocorreu em agosto de 2021, de reabilitação cardiorrespiratória e funcional, em pacientes que estão em tratamento no projeto de extensão pós-covid do curso de fisioterapia do centro universitário CESUCA, que visa atender a demanda da população que evoluiu para uma internação hospitalar, de forma gratuita, e necessita de cuidados para amenizar as consequências, como o cansaço excessivo que gera dependência e outras intercorrências adquiridas nesse período, com o objetivo de destacar as condutas escolhidas para tratamento do caso analisado, para que assim amplie o conhecimento sobre o tratamento fisioterapêutico em pacientes pós-covid, já que ainda é uma doença nova que precisa de muitos estudos para maior entendimento acerca do assunto. Evidenciou-se que a utilização da cinesioterapia ativa é de extrema importância, se o paciente conseguir realizar a mesma, com exercícios respiratórios e de força muscular, já que essa doença gera um comprometimento pulmonar e fraqueza muscular pela necessidade de repouso. Geralmente também são utilizadas condutas como a eletroterapia e treinamentos aeróbicos, de equilíbrio e marcha, conforme cada necessidade. Conclui-se que o tratamento é fundamental para devolver a funcionalidade e a independência nesses casos, principalmente em pacientes que necessitam de internação em unidade de terapia intensiva, como também a ansiedade que geralmente é adquirida nesse período pela situação em que os pacientes se encontram, principalmente em casos com longos períodos de tratamento hospitalar, necessitando assim de uma equipe de cuidado com a saúde multidisciplinar, e acompanhamento durante os primeiros meses após a fase aguda da doença. 

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Publicado

2021-12-03