6. REFLETINDO SOBRE COMUNICAÇÃO E RELAÇÕES INTERPESSOAIS DA EQUIPE DE ENFERMAGEM NA PEDIATRIA

  • Dayane de Aguiar CICOLELLA CESUCA
  • Luiza Martinez PEREZ
  • Cristine KASMIRSCKI
  • Geferson Antônio FIORAVANTI JUNIOR
  • Tanisa LANZARINI

Resumo

Objetivo: Refletir sobre o processo de comunicação da equipe de enfermagem na pediatria, sua influência nas relações interpessoais e na da assistência ao paciente e à sua família. Método: Trata-se de um estudo reflexivo de abordagem qualitativa, baseado em revisão da literatura e experiências das autoras na prática da enfermagem, comunicação e relações interpessoais da equipe de enfermagem na pediatria. Resultados: observou-se que as equipes de enfermagem possuem falhas no processo comunicativo e situações de conflitos causadas principalmente pela desmotivação gerada no ambiente de trabalho e o descaso para com o próximo. Considerações finais: O conhecimento dos profissionais da equipe de enfermagem na pediatria sobre comunicação de qualidade é de suma importância, assim como, o bom relacionamento interpessoal para prevenir as iatrogenias e favorecer um ambiente de trabalho harmonioso, garantindo um atendimento integral e de qualidade à criança e à sua família.

Referências

1. Silva MJP. Comunicação tem remédio: A comunicação nas Relações Interpessoais em Saúde. São Paulo: Editora Gente, 1996. 132 p.
2. Blanco BM, Valente GSC, Lima CA, Oliveira ACL, Correa MB. A importância da liderança do enfermeiro no gerenciamento das relações interpessoais entre a equipe de saúde. J. res.: fundam. care. online. 2013 Set; (5)3: 211-17.
3. Santos JLG, Prochnow AG, Silva DC, Casettari SSR, Guerra ST, Erdmann AL. Comunicação gerencial na enfermagem hospitalar: dificuldades e estratégias para superá-las - estudo descritivo. 2012.
4. Spagnol CA, Santiago GR, Campos BMO, Badaró MTM, Vieira JS, Silveira APO. Situações de conflitos vivenciados no contexto hospitalar: a visão dos técnicos e auxiliares de enfermagem. Rev. Esc. Enferm. USP, 2010; (44)3: 803-1.
5. Martinez EA, Tocantins FR, Souza SR. As especificidades da comunicação na assistência de enfermagem à criança. Rev Gaúcha Enferm. 2013; (34)1: 37-44.
6. SEVERINO A J. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2000.
7. Braga EM, Silva MJP. Comunicação competente - visão de enfermeiros especialistas em comunicação. Acta. Paul. Enferm. São Paulo 2007; (31)4: 410-14.
8. Araújo MMT, Silva MJP, Puggina ACG. A comunicação não verbal enquanto fator iatrogênico. Rev. Esc. Enferm. São Paulo 2007; (41)3: 419-25.
9. Broca PV, Ferreira MA. Equipe de enfermagem e comunicação: contribuições para o cuidado de enfermagem. Rev. Bras. Enferm. Brasília 2012 Fev; (65)1: 97-103.
10. Silva LMG, Brasil VV, Guimarães HCQCP, Savonitti BHRA, Silva MJP. Comunicação não verbal: reflexões acerca da linguagem corporal. Rev.latino-am.enfermagem, Ribeirão Preto 2000 Ago; (8)4: 52- 58.
11. Santos MC, Bernardes A. Comunicação da equipe de enfermagem e a relação com a gerência nas instituições de saúde. Rev. Gaúcha Enferm. Porto Alegre 2010 Jun; (31)2: 359-66
12. Marquis BL, Huston CJ. Administração e liderança em enfermagem: teoria e prática. Porto Alegre: Artmed, 2010. 671 p.
13. Cardoso ASF, Agnol CMD. Processo grupal: reflexões de uma equipe de enfermagem. Rev. Esc. Enferm. Porto Alegre 2011; (45)6: 1412-28.
14. Milbrath VM, Siqueira HCH, Motta MGC, Amestoy SC. Comunicação entre a equipe de saúde e a família da criança com asfixia perinatal grave. Texto Contexto Enferm. Florianópolis 2011 Dez; (20)4: 726-34.
15. Rodrigues PF, Amador DD, Silva KL, Reichert APS, Collet N. Interação entre equipe de enfermagem e família na percepção dos familiares de crianças com doenças crônicas. Esc Anna Nery. 2013 Dez; (17)4: 781-87.
Publicado
2018-02-08
Como Citar
CICOLELLA, Dayane de Aguiar et al. 6. REFLETINDO SOBRE COMUNICAÇÃO E RELAÇÕES INTERPESSOAIS DA EQUIPE DE ENFERMAGEM NA PEDIATRIA. REVISTA CUIDADO EM ENFERMAGEM-CESUCA - ISSN 2447-2913, [S.l.], v. 4, n. 5, p. 59-70, fev. 2018. ISSN 2447-2913. Disponível em: <http://ojs.cesuca.edu.br/index.php/revistaenfermagem/article/view/1389>. Acesso em: 22 maio 2018.