Racismo e biopoder no Brasil

uma encruzilhada para os direitos humanos

  • Leandro José CARDOSO Centro Universitário Cesuca
  • Cristiane Feldmann DUTRA Centro Universitário Cesuca

Resumo

A escravidão de mais de três séculos de africanos deixou muitas sequelas no Brasil. Dentre elas a desigualdade social e o racismo. O intuito do presente trabalho é fazer uma exploração sobre como a escravidão influenciou no surgimento do racismo que se tornou uma estrutura da sociedade brasileira. O objetivo é investigar como o racismo estrutural age como projeto de Estado e como o biopoder deste é capaz de decidir sobre a vida ou morte das pessoas negras no Brasil. Os métodos de procedimento utilizados no presente trabalho foram o estudo histórico, através de uma análise bibliográfica do surgimento da desigualdade social depois do longo período de escravidão no Brasil; a metodologia lógico-dedutiva, através de uma pesquisa bibliográfica e em sites especializados, inferindo os fatos e as premissas, sobre as mortes de pessoas negras nas periferias brasileiras. Os resultados obtidos após a pesquisa realizada no presente estudo, demonstram que, o racismo se tornou uma estrutura em nossa sociedade, permeando todos os setores e que Estado brasileiro utiliza um biopoder, segregando e decidindo quem viverá e quem morrerá. Dessarte, percebe-se que será imprescindível quebrar as estruturas do racismo, primeiramente, através da percepção dos privilégios de ser branco em nossa sociedade. Bem como, através de ações afirmativas do Estado na busca da inclusão, igualdade e dignidade das pessoas negras que são excluídas e mortas diariamente, por meio da efetividade dos Direitos Humanos, para a conquista da real cidadania. A escravidão de mais de três séculos de africanos deixou muitas sequelas no Brasil. Dentre elas a desigualdade social e o racismo. O intuito do presente trabalho é fazer uma exploração sobre como a escravidão influenciou no surgimento do racismo que se tornou uma estrutura da sociedade brasileira. O objetivo é investigar como o racismo estrutural age como projeto de Estado e como o biopoder deste é capaz de decidir sobre a vida ou morte das pessoas negras no Brasil. Os métodos de procedimento utilizados no presente trabalho foram o estudo histórico, através de uma análise bibliográfica do surgimento da desigualdade social depois do longo período de escravidão no Brasil; a metodologia lógico-dedutiva, através de uma pesquisa bibliográfica e em sites especializados, inferindo os fatos e as premissas, sobre as mortes de pessoas negras nas periferias brasileiras. Os resultados obtidos após a pesquisa realizada no presente estudo, demonstram que, o racismo se tornou uma estrutura em nossa sociedade, permeando todos os setores e que Estado brasileiro utiliza um biopoder, segregando e decidindo quem viverá e quem morrerá. Dessarte, percebe-se que será imprescindível quebrar as estruturas do racismo, primeiramente, através da percepção dos privilégios de ser branco em nossa sociedade. Bem como, através de ações afirmativas do Estado na busca da inclusão, igualdade e dignidade das pessoas negras que são excluídas e mortas diariamente, por meio da efetividade dos Direitos Humanos, para a conquista da real cidadania. 

Publicado
2021-01-12
Como Citar
CARDOSO, Leandro José; DUTRA, Cristiane Feldmann. Racismo e biopoder no Brasil. MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CESUCA - ISSN 2317-5915, [S.l.], n. 14, p. 105-114, jan. 2021. ISSN 2317-5915. Disponível em: <http://ojs.cesuca.edu.br/index.php/mostrac/article/view/1918>. Acesso em: 01 mar. 2021.