Matriciamento em saúde mental

um relato de experiência

  • Joice dos Santos ARAÚJO Cesuca
  • Suelen Pinto BERNARDO
  • Juliana S. ROSA
  • Fátima Helena CECCHETTO Cesuca- Faculdade Inedi

Resumo

O modelo de atendimento da atenção primaria se dava por um método vertical em que, quem atende encaminha um caso e quem recebe fazendo assim uma transferência de cuidado, logo do tempo foi alinhado e se tornou um modo de referência e contrareferência, porem neste novo modelo a atenção primaria não mais se exclui do cuidado apenas agrega um profissional especialista. Na Saúde mental o processo de integração entre os serviços veio por meio de experiências de municípios que implementaram esse modelo cuidado interdisciplinar. O Matriciamento então é um processo de cuidar compartilhado, criado um cuidado especifico por um grupo interdisciplinar, tornando o cuidar longitudinal compostos por diversos saberes profissionais. No caso o matriciamento é necessário quando o atendimento de referência necessita de um diagnóstico firmado ou elaboração de projeto terapêutico melhor, então o serviço ofertado pelo município em questão reserva uma data mensal para o matriciamento sendo nos mental adulta, infantil e de dependentes químicos, o profissional sendo o médico ou enfermeiro da atenção básica através do prontuário e um instrumento de coleta de dados com os aspectos comportamentais do pacientes na última consulta ou caraterísticas importantes para que a equipe possa se enterrar do caso do paciente. A intervenção pode ser desde uma sugestão de ajuste de dose, acolhimento no serviço ou consulta em conjunto na unidade básica.

Publicado
2018-12-17
Como Citar
ARAÚJO, Joice dos Santos et al. Matriciamento em saúde mental. MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CESUCA - ISSN 2317-5915, [S.l.], n. 12, p. 145, dez. 2018. ISSN 2317-5915. Disponível em: <http://ojs.cesuca.edu.br/index.php/mostrac/article/view/1498>. Acesso em: 23 jul. 2019.