Sala de espera e a administração de Palivizumabe por acadêmica de enfermagem, na capital das praias, litoral norte gaúcho

  • Bruna Laís de Oliveira LIMA
  • Michele Einloft dos SANTOS
  • Tiago ANDRADE
  • Lucélia Caroline dos Santos CARDOSO
  • Luzia Teresinha Vianna dos SANTOS

Resumo

O presente trabalho trata da participação de acadêmica de enfermagem, regularmente matriculada e frequentando a disciplina Estágio Supervisionado II, em uma instituição de ensino, no litoral norte gaúcho, quando do agendamento e administração de anticorpo para prevenção de infecção respiratória (Palivizumabe) em crianças com até 2 anos de idade em uma instituição de saúde na capital das praias. Importante à administração correta dos anticorpos pela enfermagem, orientações e esclarecimento de dúvidas aos responsáveis das crianças. Assim foram realizadas atividades educativas em saúde, enquanto de uma sala de espera com os responsáveis das respectivas crianças. Objetivo: Expor atividades desenvolvidas por acadêmica de enfermagem quando da indicação/prescrição e administração de Palivizumabe. Metodologia: Descrição de experiência em uma instituição de saúde, na capital das praias, referência para 23 cidades, em administração de Palivizumabe, no litoral norte gaúcho. Resultados: Participação da aluna na elaboração das atividades educativas em sala de espera e na administração do Palivizumabe. Confirmação agendamento prévio das crianças com indicação e prescrição do anticorpo monoclonal, pelo pediatra. Confirmação, identificação, recepção e acomodação das crianças e seus respectivos responsáveis, na sala de recepção do ambulatório pediátrico. Verificação peso corporal das crianças pela enfermagem. Aluna conduz a “sala de espera”, considerando otimizar o tempo de espera por parte dos responsáveis; contemplação de questões pertinentes a administração do Palivizumabe; elucidação de dúvidas; escuta frente aos diversos contextos anteriores, incluindo experiências, vivências, facilidades e dificuldades de acesso ao protocolo e liberação para administração do anticorpo; orientações acerca da educação em saúde pediátrica. Posterior avaliação pediátrica e determinação/prescrição dose a ser administrada nas crianças, pela enfermagem. Busca do Palivizumabe  pela enfermeira, a partir do cálculo para a administração. Cuidados exclusivos e específicos com a identificação do anticorpo e da criança, a dose e administração Palivizumabe pela enfermagem e pela acadêmica de enfermagem. Atenção e observação de medidas com vista à prevenção de infecção e aos registros de enfermagem em documentos do paciente e da coordenadoria de saúde.  Conclusão: A administração do Palivizumabe é uma atual tentativa para prevenção de infecção respiratória pelo VSR em crianças até 2a de idade, e desde que com indicação e prescrição médica para tal. Inúmeras dúvidas, incertezas, angústias e medos dos responsáveis, sendo assim, utilização do horário do tempo de espera para contemplar e sanar as mesmas são necessários, e assim, aluna participa ativamente, a partir da educação em saúde, em especial a pediátrica. 

Publicado
2018-02-20
Como Citar
LIMA, Bruna Laís de Oliveira et al. Sala de espera e a administração de Palivizumabe por acadêmica de enfermagem, na capital das praias, litoral norte gaúcho. MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CESUCA - ISSN 2317-5915, [S.l.], n. 11, p. 462-463, fev. 2018. ISSN 2317-5915. Disponível em: <http://ojs.cesuca.edu.br/index.php/mostrac/article/view/1410>. Acesso em: 21 nov. 2018.