Desinfecção de endoscópios

revisão integrativa

  • Caroline Lorenzi OLIVEIRA
  • Débora Monteiro da SILVA
  • Patrícia dos Santos BOPSIN

Resumo

Os endoscópios são equipamentos reutilizados, tendo em vista que apresentam uma estrutura interna complexa e tem um alto custo financeiro. O reprocessamento destes materiais inclui algumas etapas que devem ser rigorosamente seguidas para garantir segurança dos pacientes e da equipe, no que tange contaminação por microorganismos. O reprocessamento mais utilizado nos dias de hoje, é a desinfecção de alto nível com produtos nos quais se destacam o glutaraldeído e o ácido peracético como mais recomendados e mais utilizados. Esta pesquisa teve por objetivo apresentar o processo de desinfecção dos endoscópios através de uma revisão integrativa. A coleta de dados ocorreu nos meses de fevereiro a maio do ano vigente. Foram utilizados os seguintes descritores em Ciência da Saúde (DeCS): Desinfecção; Endoscópios e Enfermagem. Através dos descritores, foram selecionadas as publicações científicas existentes em periódicos indexados nos bancos de dados da Literatura Latino-america e do Caribe (LILACS) e Scientific Eletronic Library Online (SciELO), no período de 2004 a 2014. Com a utilização do rigor metodológico dos estudos previamente selecionados, foram encontrados 09 artigos que preencheram os critérios de inclusão, respondendo a questão norteadora e que fazem parte desta análise. Os resultados foram analisados através da formulação de duas categorias temáticas: Reprocessamento dos Endoscópios e Implicações para os profissionais de Enfermagem. Esta análise bibliográfica auxilia os profissionais, principalmente os enfermeiros que possuem uma formação que possibilita a educação em saúde. É possível concluir que é necessário adequar as práticas do reprocessamento de endoscópios às recomendações dispostas na ANVISA e nos manuais nacionais, baseados também nas orientações dos fabricantes dos produtos utilizados na desinfecção. Resta, portanto recomendar que práticas baseadas em protocolos das sociedades sejam cumprias rigorosamente, apesar do tempo dispendido para as boas práticas, preferindo o processo automatizado, a fim de minimizar erros humano
Publicado
2018-02-20
Como Citar
OLIVEIRA, Caroline Lorenzi; SILVA, Débora Monteiro da; BOPSIN, Patrícia dos Santos. Desinfecção de endoscópios. MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CESUCA - ISSN 2317-5915, [S.l.], n. 11, p. 384-403, fev. 2018. ISSN 2317-5915. Disponível em: <http://ojs.cesuca.edu.br/index.php/mostrac/article/view/1390>. Acesso em: 21 jul. 2018.