A MUTILAÇÃO GENITAL FEMININA E OS DIREITOS HUMANOS, UMA SITUAÇÃO QUE EXIGE URGENTE SOLUÇÃO

  • Guilherme de Oliveira FELDENS CESUCA - FACULDADE INEDI, RS, BR
  • Renato SELAYARAM CESUCA

Resumo

A extirpação total ou parcial dos genitais femininos, ou a sua alteração por razões culturais ou religiosas, nunca médicas, é uma prática cultural recorrente em vários países, do continente africano ao sul da Ásia, ocorrendo, também, em comunidades de imigrantes nos Estados Unidos e Europa. As histórias contadas por mulheres que foram submetidas ao procedimento inumano são semelhantes. Levadas para local afastado da aldeia em que vivem, sem anestesia ou assepsia o procedimento varia da retirada do clitóris ao corte dos grandes lábios e à infibulação (fechamento parcial do orifício genital).  A Organização Mundial da Saúde diz que a mutilação é uma manifestação de desigualdade de gênero, uma forma de controle social sobre a mulher, e que é geralmente apoiada tanto por homens quanto por mulheres. Algumas comunidades entendem a circuncisão feminina como artifício para reprimir o desejo sexual, garantir a fidelidade conjugal e manter as jovens limpas e belas. Neste estudo, procuramos mostrar o significado de diversidade cultural bem como a necessidade de fim da cultura violadora. 

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Advogado. Especialista em Ciências Políticas. Mestre em Direito. Pós Graduado pela Academia de Direito Internacional de Haia. Professor de Direito Internacional Público e Direito Internacional Privado. selayaram@hotmail.com
Publicado
2016-12-19
Como Citar
FELDENS, Guilherme de Oliveira; SELAYARAM, Renato. A MUTILAÇÃO GENITAL FEMININA E OS DIREITOS HUMANOS, UMA SITUAÇÃO QUE EXIGE URGENTE SOLUÇÃO. MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CESUCA - 2317-5915, [S.l.], n. 10, p. 198-207, dez. 2016. ISSN 2317-5915. Disponível em: <http://ojs.cesuca.edu.br/index.php/mostrac/article/view/1258>. Acesso em: 19 out. 2017.

Palavras-chave

Mutilação; Diversidade; Direitos humanos