AS FALÁCIAS JURÍDICAS EM WARAT: INTENCIONAIS OU INADVERTIDAS?

  • Celso Augusto Nunes da CONCEIÇÃO CESUCA - FACULDADE INEDI, RS, BR
  • Marcílio Batista Machado da COSTA CESUCA - FACULDADE INEDI, RS, BR

Resumo

O presente estudo agrega mais informações ao projeto “Direito e a sua linguagem: uma releitura de Warat”. Investiga sua atuação no campo da Lógica Aristotélica como suporte argumentativo para estender a expressão “falácias jurídicas” ao campo da Pragmática, as quais são, metodologicamente, entendidas como argumentos não válidos, ao contrário dos sofismas, em que seu enunciado é intencional. Em suma, o contexto foi inserido como fator determinante para as distinções classificatórias.

Biografia do Autor

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Curso de Direito
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Curso de Direito
Publicado
2016-12-19
Como Citar
CONCEIÇÃO, Celso Augusto Nunes da; COSTA, Marcílio Batista Machado da. AS FALÁCIAS JURÍDICAS EM WARAT: INTENCIONAIS OU INADVERTIDAS?. MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CESUCA - 2317-5915, [S.l.], n. 10, p. 210, dez. 2016. ISSN 2317-5915. Disponível em: <http://ojs.cesuca.edu.br/index.php/mostrac/article/view/1255>. Acesso em: 26 jul. 2017.

Palavras-chave

Lógica; Pragmática; Sofisma; Falácia