4. REFLEXÕES SOBRE O DIREITO E A LITERATURA, A PARTIR DO ROMANCE “O ESTRANGEIRO”, DE ALBERT CAMUS

  • Claudio MARASCHIN Sobre o autor: Claudio Maraschin Mestre em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); Professor da disciplina de Teoria da Constituição e Direito Constitucional e da disciplina de Teoria do Estado e Ciência Política do Centro Universitário Ritter dos Reis (UniRitter). Membro do Grupo de Pesquisa UniRitter/Cnpq “Direitos humanos e fundamentais: eficácia e fundamentação”, desde 2001.

Resumo

Este artigo pretende analisar de forma simples e breve o romance “O Estrangeiro”, do autor Albert Camus, procurando identificar aspectos que possam contribuir na reflexão sobre o Direito, enquanto ciência interdisciplinar, especialmente no que diz respeito às influências dos pré-juízos ou pré-conceitos morais no ato de julgar, em detrimento dos fatos geradores de ilicitude legalmente prevista e os riscos de tal caminho para o Estado de Direito.

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Sobre o autor:Claudio MaraschinMestre em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC);Professor da disciplina de Teoria da Constituição e Direito Constitucional e da disciplina de Teoria do Estado e Ciência Política do Centro Universitário Ritter dos Reis (UniRitter).Membro do Grupo de Pesquisa UniRitter/Cnpq “Direitos humanos e fundamentais: eficácia e fundamentação”, desde 2001.

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Publicado
2016-01-31
Como Citar
MARASCHIN, Claudio. 4. REFLEXÕES SOBRE O DIREITO E A LITERATURA, A PARTIR DO ROMANCE “O ESTRANGEIRO”, DE ALBERT CAMUS. REVISTA DIÁLOGOS DO DIREITO - ISSN 2316-2112, [S.l.], v. 5, n. 9, p. 54-69, jan. 2016. ISSN 2316-2112. Disponível em: <http://ojs.cesuca.edu.br/index.php/dialogosdodireito/article/view/1058>. Acesso em: 23 ago. 2017. doi: https://doi.org/10.17793/rdd.v5i9.1058.

Palavras-chave

Direito e Literatura; Camus; Julgamento; Mersault.