10. A ANGÚSTIA COMO POSSIBILIDADE DA LIBERDADE: UM DIÁLOGO ENTRE KIERKEGAARD E CAMUS NA OBRA O ESTRANGEIRO

  • Guilherme de Oliveira FELDENS CESUCA - FACULDADE INEDI, RS, BR

Resumo

 O presente artigo objetiva fazer uma análise da obra O estrangeiro de Albert Camus, tendo como ponto de referência a ideia de angústia existencial trabalhada por Kierkegaard. Por meio desse estudo, pretende-se verificar a influência do filósofo dinamarquês na construção do personagem principal da obra de Camus, ressaltando o absurdo que cerca a existência humana.     

Referências

CAMUS, Albert. O estrangeiro. Rio de Janeiro: Record, 2008.

HEIDEGGER, Martin. Ser e tempo. Petrópolis: Vozes, 1989.

KIERKEGAARD, Soren. Temor e tremor. São Paulo: Hemus, 2008.

________________. O conceito de angústia. Petrópolis: Vozes, 2010.

SARTRE, Jean Paul. O ser e o nada. Ensaio de fenomenologia ontológica. Petrópolis: Vozes, 1997.

______________. O existencialismo é um humanismo. São Paulo: Nova Cultural, 1987.
Publicado
2016-01-31
Como Citar
FELDENS, Guilherme de Oliveira. 10. A ANGÚSTIA COMO POSSIBILIDADE DA LIBERDADE: UM DIÁLOGO ENTRE KIERKEGAARD E CAMUS NA OBRA O ESTRANGEIRO. REVISTA DIÁLOGOS DO DIREITO - ISSN 2316-2112, [S.l.], v. 5, n. 9, p. 127-135, jan. 2016. ISSN 2316-2112. Disponível em: <http://ojs.cesuca.edu.br/index.php/dialogosdodireito/article/view/1046>. Acesso em: 12 dez. 2017. doi: https://doi.org/10.17793/rdd.v5i9.1046.